Enquanto os fans de Os Cavaleiros do Zodíaco, sonham em ver o jogo Saint Seiya Senki, dublado em nossa linguá, os franceses estão muito mais contentes com a noticia da edições especiais do jogo para a Europa, são elas:
Head Gear Edition que contem:
1 Camiseta.
1 Código para DLC exclusivo.
1 Réplica da tiara da armadura de Sagitário em tamanho real.
Myth Cloth Box Edition que contem: 1 Camiseta (com estampa diferente da Head Gear) 1 Código para DLC 1 Réplica da Caixa da Armadura de Sagitário.
Lançamento previsto para 16 de março na europa.
Enquanto isso aqui no Brasil, nada foi dito se sairá alguma edição especial, o que se sabe é que a Bandai Nanco ira lançar o jogo por aqui legendado o que já é muito bom, mas ainda sem data de lançamento definida.
Quando se fala em SNK, a primeira coisa que vem na cabeça dos gamers é a palavra saudade, a SNK playmore hoje em dia vive praticamente de relançar seus antigos jogos, seja com graficos melhorados, seja com opções online, ou até mesmo alguns balanceamentos, a verdade é que a empresa é apenas uma sombra do que no passado, ainda mais com a "queimada" que foi os lançamentos KOFXII e Samurai Spirits Sen Edge of Destiny, pouco se espera de seus proximos jogos, KOFXIII é ótimo, mas ainda é pouco para dar o peso que a SNK tinha antigamente.
Neo Geo Pocket Color
Primeira tentativa de um Neo Geo portátil.
Apesar de lançar muitos jogos de sucesso para celulares no ocidente (principalmente de namoro), ela resolveu investir no seu proprio portatil para saudosistas e quem sabe jogos novos como o belisimo KOFi (iphone) e outros, o console em si parece e muito com o desing que o Neo Geo tinha, inclusive traz consigo o famoso direcional catraca, mas o que mais me impressionou foi os botões L1,L2,R1,R2, nenhum jogo da antiga plataforma usava mais do que os 4 botões, sera que a SNK vai lançar jogos exclusivos para o seu novo portatil? Sera que ele sera compativel com Neo Geo Pocket Color? Bom se tudo isso for verdade logo logo saberemos, por enquanto fiquem com as fotos do novo portatil.
Lembrando que essa não é a primeira tentativa de um portatil com a grife Neo Geo, em 1999 a SNK lançou seu primeiro filhote de mão com ótimos jogos mas ainda preto e branco, alguns meses depois lançou uma segunda versão com tela colorida, mas foi deixada para tras pela nintendo e seus imbativeis Game Boy, Game Boy Pocket, Pocket Color e Advance, mesmo com jogos de peso como The King of Fighters R2 e SNK vs. Capcom: Match of the Millennium, um acervo de dar inveja a muitos. e parceria com a Capcom e Sega, o aparelhinho morreu na praia.
Vamos ver se esse novo tem mais sorte, e fiquem com as fotos.
Controle Arcade. Com dois controles individuais; cada um com seis botões de ação e mais dois: start e select. Compatível com varias plataformas. Ótimo para quem gosta de Emuladores como MAME, Neo Rage, Final Burn.
Plataformas compativeis: PS, PS2, PS3, Wii, Xbox, Xbox360, PC entre outras. A plataforma escolhida pelo cliente nesse caso foi PS2/PC.
Acabamento na cor preta ou a escolha do cliente. Mas assim como todos os outros este controle pode ser customizado com a imagem que quiser. Dimensões:87 cm de comprimento por 38 cm de largura e 16 cm de altura.
Ontem depois de jogar um pouco Jet Set Radio fui aproveitar para guardar os jogos, e comecei a olhar a pequena coleção de cartuchos do NES e entre eles estava Teenage Mutante Ninja Turtles: Tournamente Fighters, coloquei o cartucho no videogame e a viagem ao passado começou, acabei lembrando das outras duas versões que levam o mesmo nome, uma para Mega Drive e outra para SNES, apesar de ter o mesmo nome, elas pouco tem em comum a não ser o fato de serem excelentes games de luta, jogos feitos pela Konami nos seus tempos mais inspirados, onde ela tirava o máximo de suas equipes criativas e colocava jogos de franquias famosas como Batman, Tartarugas Ninjas, Os Valentes Cowboys de Moomesa (juro que vou falar de todos esses um dia) no top 10 de qualquer garoto que frequentava locadoras de games.
Mas o papo aqui é sobre esses 3 jogos fantásticos.
Entendendo um pouco o cenario dos games de luta da epoca.
Street Fighter II - SNES
Na década de 90, os jogos de luta simplesmente eram os que ditavam a industria de games, Street Fighter II do arcade começou uma verdadeira febre tanto no Japão quanto no resto do mundo, então rapidamente foi planejada uma conversão para o até então debutante mas muito popular no mundo todo o SNES, e assim toda a industria seguia esse passo, lançava o game em arcade e dependendo da popularidade ele saia pra consoles e até portáteis, mas esses jogos em sua maioria eram conversões, ou seja ou chegavam no mesmo nivel do arcade ou pouco inferior, mas nunca muito diferente de suas origens.
Algumas empresas resolveram fazer um caminho diferente e se deram muito bem, a Bandai por exemplo fez algumas versões de DBZ de luta para vários consoles mas nenhuma delas seguiu os horrorosos jogos do arcade (ainda bem) e a Konami que ja tinha feito conversões de seus Beat´n ´Updas Tartarugas para varios consoles, dessa vez resolveu partir para os fighting games diretamente nos consoles, mas pasmem as 3 versões eram totalmente diferentes, com roteiros diferentes, gráficos diferentes e personagens diferentes (claro que as 4 tartarugas aparecem nas 3 versões), nada de conversões, e sim versões de um mesmo titulo lançados quase que simultaneamente.
Versão Mega Drive - Dezembro de 1993. Box Americana Box Japonesa
Jogabilidade:
Shoryuken!
O Mega Drive ganhou a versão mais sombria do jogo, com jogabilidade simples, mas que pode ser comparada a Samurai Shodown (versão Mega Drive) mas com uma diferença muito bacana, a jogabilidade foi pensada para quem tinha controle de 3 botões ou seja, nada de 3 socos e 3 chutes como SFII, aqui era somente golpe fraco - golpe forte - insulto (taunt), o que fazia toda diferença, ja que quem jogava SFII com controle de 3 botões tinha que ficar apertando Start para mudar entre socos e chutes.
Enredo: Mestre Splinter é sequestrado por clones das Tartarugas Ninjas, agora cabe a elas reunir alguns guerreiros, e sair distribuindo pancadas na galaxia até encontrar chefe Karai (belo nome), destaque para April O´Niel como personagem jogável, logo ela que é sempre sequestrada, nesse jogo ela é lutadora, e a falta do Destruidor.
Versão Super Nintendo Entertainment System (SNES) - Dezembro de 1993.
Boxart Japonesa
Boxart Americana
Considerados por muitos a melhor das 3 versões, esse jogo estava a frente do seu tempo, varios modos de jogo, barra de especiais, combos alucinantes e um dos melhores graficos que um jogo de luta até então tinha mostrado nos consoles caseiros.
Jogabilidade:
Leonardo gritando algo impronunsiavel
durante sua magia.
Enquanto Super Street Fighter II não chegava ao SNES, TMNT-TF ja mostrava o quanto um jogo poderia ser competitivo, as inovadoras barras especiais que enchem quando você bate no inimigo, da um efeito moderno ao jogo, essa barra não foi criada nesse game mas foi a primeira vez que a maioria das pessoas tiveram contato com ela, ja que os jogos da SNK não eram tão populares por essas bandas.
O controle segue o padrão SNK ou seja 2 botões de socos e 2 botões de chute, mas nem tudo são flores, a barra de super demora para encher o que frustrava e muito quem queria ver os incríveis golpes especiais, mas na maioria das vezes o adversário é nocauteado antes da barra encher.
Mas no geral, a jogabilidade é sem duvida alguma o ponto alto desse jogo.
Enredo:
Karai é filha do Destruidor!
Esse jogo também conta uma história de sequestro (e qual episódio das tartarugas dos anos 80 não conta) agora Karai (ela de novo) resolveu sequestrar a April O´Niel e o Mestre Splinter mas dessa vez nada de usar clones nem nada do tipo, agora as tartarugas saem por todo os Estados Unidos, nada de viagens galáticas atras de Karai, esse jogo conta com Destruidor Ciborgue ( O verdadeiro morreu no manga e nos filmes) no elenco, e tem uma identidade muito japa, com personagens gritando o nome dos golpes assim como os jogos de luta da Capcom. Esse jogo conta com o modo Tournament que na verdade é o modo Arcade, ou seja sem história só pancadaria
Versão Nintendo Entertainment System (NES) - Fevereiro de 1994
Boxart Americana
Talvez a versão que eu tenha jogado mais, esse jogo pra mim é um marco do Nintendo 8 Bits, pois todos os jogos de luta que existiam pra essa plataforma eram formas cruéis de pirataria ou jogos pra la de chatos, ja Tournament Fighters era um jogo oficial e com toda a qualidade que um usuário de NES esperaria da Konami, claro que aqui não estou de forma nenhuma comparando uma versão com a outra, nem tem como, mas sim dizendo como elas são para suas plataforma distintas.
Graficamente bem satisfatório e com um clima mais parecido com dos quadrinhos do que da série de tv, a versão NES se mostra bem divertida e charmosa, contando com personagens mais conhecidos como Casey Jones e Destruidor.
Jogabilidade: Enquanto as duas outras versões contam com uma jogabilidade mais trabalhada a versão NES precisou ser adaptada ao gráfico, e ai é que a coisa toda muda, nesse jogo as tartarugas não tem armas, e apesar de usar comandos universais como hadouken e sonic boom para magias, elas não saem tão facilmente quanto deveriam, fazendo com que o jogo se torne um grande bate bate sem muita estratégia, isso poderia acabar com o game mas na verdade só o torna mais divertido, aqui também vemos uma especie de encarnação da barra especial, na verdade é um item, uma bolinha que sai de um display voador com a cara do Mestre Splinter, que consegue pegar essa bolinha pode dispara la no adversário tirando grande parte da barra de life, o que faz com que as lutas girem em torno de pegar ou não deixar pegar a tal bolinha, nem preciso dizer que o controle é super simples, 1 soco e 1 chute.
Enredo:
Nada de sequestro, agora quem da as cartas é o próprio Destruidor, ele desafia as Tartarugas para um torneio de luta, mas para chegar ao seu maior inimigo elas primeiro vão ter que lutar entre si e contra alguns de seus amigos e inimigos.
Duas curiosidades sobre esse jogo, a primeira é que não ha nenhuma personagem feminina, a segunda é que apesar de ter sido feito pela Konami, esse jogo não foi lançado no Japão.
Galeria de Videos
Mega Drive
SNES
NES
Bom como deu pra notar os jogos são bem diferentes entre si, mas todos eles bem divertidos, próximo post quero trazer algo novo, quem sabe uma matéria sobre algum jogo de luta mais atual.
Continuando a viagem através de bons jogos proporcionados por esse hardware fantástico que foi o Dreamcast.
Jet Set Radio (Jet Grind Radio)
Pixações, hip hop,patins in line, policiais armados pronto para atirar em garotos, e os melhores e mais caóticos cenários que os gráficos em cell shading podem proporcionar, alias Jet Set Radio foi um dos primeiros games a mostrar essa técnica com qualidade absurda, e ainda hoje é um dos mais bonitos mesmo frente a games como XIII (PS2).O Game foi concebido no estúdio Smilebit (AM6) uma das incontáveis divisões da SEGA
Jogabilidade:
Apesar de até hoje eu não saber ao certo se Jet Set Radio é um game de ação ou de esporte, o fato é que ele tem muito da jogabilidade de games como Tony Hawks Pro Skate 2 e DaveMirra Freestyle BMX, mas só que em uma especie de sandbox ou seja, você é livre pra explorar uma cidade enorme como em GTA III, claro a cidade não é tão grande mas mesmo assim surpreende por seu grande numero de ruas, vielas, passarelas, transito constante de pessoas e carros, tudo isso a sua disposição para fazer manobras e "grafitar" enquanto foge da policia local, as manobras são um show a parte e a camera quase sempre ajuda e muito na sensação dos pulos, para pixar, você conta com uma especie de quick time event, são mostradas as direções que tem que seguir com o analógico e pronto, mais uma parede suja na cidade,durante as perseguições, você pode contar com grandes impulsos ou simplesmente pegar carona em algum carro que estiver passando, ou seja Jet Set Radio estava muito a frente do seu tempo.
Musicas:
As musicas desse jogo são no melhor estilo japonês mas cantadas em inglês na maioria das vezes, muita mistura como hip hop com rock, alguns sons soam como musica pop com sonoridade muito estranha mas incrivelmente perfeitas para o jogo e vale ter em casa um CD com certeza, agora mesmo estou escutando a trilha enquanto escrevo.
Jet Set Radio figura ae entre os melhores games do Dreamcast, mas também teve uma segunda versão lançada para XBOX (console antigo), muito raro de achar, essa versão apesar de muito legal, ficou meio apagada pois o XBOX estava em baixa na época, e outra para GBA que é melhor nem ser mencionada aqui.
Bom eu me estendi um pouco sobre um jogo só, e é claro que tem muito mais games de Dreamcast para falar, e continuaremos postando sempre que possível, mas hoje fico por aqui, e já adiantando que no fim de semana postarei foto do novo gabinete feito especialmente para deixar aqui na loja em pronta entrega.
Encomendado e pronto em 10 dias, esse talvez seja na minha opinião o controle mais bonito que ja fizemos, botões em acrilico com detalhe preto ao redor e com os botões 7 e 8 feitos em nylon. Se comportou muito bem nos testes, uma coisa que pude notar é que depois que trocamos de fornecedor de botões nacionais, eles ficaram mais macios.
Assistindo ao trailer do Gunlord eu achei bem legal mas também me veio uma realidade um pouco chata, poucas pessoas vão ter acesso ao jogo caso ele não saia para algum console moderno, nem que seja por DLC, isso por que muitos games ótimos ficaram no limbo pois nem todo mundo teve acesso ao Dreamcast e no Brasil por exemplo as placas Naomi custavam uma fortuna para os fliperamas que já estavam em pleno declínio no pais.
A SEGA esta lançando aos poucos na Live Arcade e na PSN os seus titulos de Dreamcast e Sega Saturn que pertencem a ela, mas esses consoles receberam outros verdadeiros clássicos por outras empresas, games com pouquíssimas chances de dar as caras na Live/PSN da vida, mas que merecem um relançamento.
Zombie Revange - Sega - Dreamcast/Arcade
Resident Evil da CAPCOM foi o game que trouxe o estilo Survival Horror para os consoles, mas a SEGAsoube explorar bem esse estilo com a franquia House of Dead, mas o que aconteceria se tivéssemos um titulo que misturasse visão e liberdade de Resident Evil, tiros frenéticos de House of Dead e a pancadaria de Die Hard Arcade?
Zombie Revange é tudo isso e muito mais, game construído pelo time AM2 da SEGA, time esse que foi responsável por Daytona, Virtua Fighter e muitos outros sucessos, e esse é um que ficou meio apagado na época mas vale a pena ser jogado, bons gráficos e uma historinha de filme C, mas que rende boas risadas e sustos, se você ja jogou Die Hard Arcade e gostou , vai curtir muito mais esse.
Power Stone 1 & 2 - CAPCOM - Dreamcast/Arcade
Pancadaria simples, essa seria a melhor definição para Power Stone, primeiro titulo third party exclusivo para Dreamcast e Naomi mas que mostrava a força da CAPCOM na época, depois de muitas tentativas e erros por parte da Capcom em fazer um jogo de luta com gráficos 3D (Street Fighter EX não foi feito pela Capcom) ela finalmente pensa em algo que ainda não existia na cena dos jogos de luta, um game com visão aérea onde voce simplesmente interage com quase tudo que esta no cenário, eu lembro que a primeira vez que joguei Power Stone, foi na antiga feira de negócios chamada UD que acontecia em São Paulo, no estande da Tec Toy, la eu ja notei que esse jogo era feito para todos e rapidamente se pegava o jeito do controle já saia fazendo malabarismo com personagens pra la de cativantes, musicas épicas, e os melhores gráficos que eu já tinha visto desde então, talvez a unica mancada do jogo era o fato de ser apenas para duas pessoas (Super Smash Bros, já comportava 4 pessoas) e ae que entra a segunda parte desse clássico, Power Stone2!
O segundo e ultimo jogo da franquia, chegava de novo com exclusividade para Dreamcast/Arcade, mas com algumas melhorias, agora era possível que até 4 jogadores se degladiando em cenários maiores e mais interativos, os chefes eram gigantes, e ainda se escolhe o caminho que quer seguir até o final, nos modos mutiplayer, é possível tanto jogar como inimigos ou como aliados escolhendo a cor do time em que esta, desse modo se um companheiro perde a vida, o outro pode levantar para que continue a luta, o jogo é super divertido e você pode perder horas e horas com amigos, o único objetivo é se divertir com a bagunça.
Em tempo, Power Stone Collection, contem os dois jogos da série e tem como principal atrativo misturar regras, cenários e personagens dos dois games, essa compilação foi lançada em 2006 exclusivamente para PSP, e até agora estamos esperando uma versão para os consoles novos.
Como dizia a antiga revista Gamers: Ponto para a CAPCOM.
Spawn:In the Demon's Hand - CAPCOM -Dreamcast/Arcade
A CAPCOM figurou como a maior parceira da SEGA no Dreamcast e na Naomi, alem dela ter boas franquias os jogos de luta estavam no auge mas mostrando cansaço, os jogos multiplayer em primeira pessoa pipocavam no PC e Nintendo 64, a linha Resident Evil se mostrava muito boa nos consoles, mas e os arcade? Como inovar neles? Ainda era possível fazer algo novo?
Sim e Spawn era a resposta, com o gibi e alta no Japão a CAPCOM tratou de fazer um jogo de tiro e pancadaria em terceira pessoa no clima do Soldado do Inferno, grande gama de personagens, ação desenfreada, cenarios grandiosos fizeram desse o melhor jogo baseado no Spawn, com razoavel sucesso Spawn: In the Demon's Hand deu espaço pra outro jogo no mesmo molde mas baseado em outro HQ, Heavy Metal Geomatrix.
Em video assim, esses jogos parecem estranhos mas acabei de jogar os dois outra vez e posso confirmar, seriam ótimos games para serem lançados na Live/PSN, ainda mais se incluirem jogatina online.
Propeller Arena: Aviation Battle Championship - SEGA -Dreamcast/Arcade (NÃO LANÇADO OFICIALMENTE)
Os atentados de 11 de Setembro, fizeram não só vitimas humanas em Nova York, a cultura pop também teve suas baixas, musicas foram banidas do radio, trailer do filme do Homem Aranha foi tirado do ar, peças de teatro canceladas e etc.
Uma dessas baixas foi um dos games mais viciantes que eu já tive o prazer de jogar.
Propeller Arena, segue o esquema dos outros games já citados, era simples, bonito e cheio de ação, nesse jogo de aviões onde o objetivo é destruir seus adversários numa espécie de esporte praticado com aparelhos da segunda guerra estilizados, os cenários são amplos e com enorme variedade, tem até uma pequena cidade que lembra Nova York, com prédios enormes no centro e que você vai bater uma hora ou outra (dai vem o cancelamento do titulo) .
As vezes me pego aqui jogando Propeller Arena e imaginando que loco ia ser jogar online, alias a grande ambição da sega com esse jogo era o modo online, ele viria com headset e usaria a rede SEGANET pra jogar on em até 8 pessoas.
O tempo passou o povo ja estava conformado com a tragédia e a SEGA poderia até ter lançado o jogo, poderia mas não o fez, simples, o Dreamcast não tinha mais relevância, a SEGA ja tinha saltado fora do mercado de consoles, o time AM2 estava trabalhando em outros projetos com outras placas e Propeller Arena só viu a luz do dia por que vazou na internet, e talvez seja o único jeito de ter uma copia desse jogo, apelando para pirataria.
Mas agora com esse sistema de compra online nos novos consoles, só nos resta sonhar que a SEGA lembre deste game e resolva lançar, se isso acontecer podem me adicionar na live por que vai ser farra direto!
Cannon Spike - SEGA -Dreamcast/Arcade
Mais um da CAPCOM, mas dessa vez ela só cedeu os personagens e distribuiu a versão Dreamcast, o jogo foi concebido pela veterana nos games Shoot 'em up, Psikyo!
Historia passa longe desse jogo, sabese la por que Cammy, Charlie (Nash na versão americana) Arthur , Megaman, B.Bonnie Hood, e outros personagens da CAPCOM se envolvem em umas missões onde tem que impedir desde dobermans zumbis do Resident Evil, até o Balrog (Vega na versão americana) equipado com tanques de guerra, mas a graça do game não esta na história, alias nenhum desses games que estou listando aqui tem histórias coerentes e também não precisam, esse é o espirito, jogos rapidos que merecem ser jogados.
A visão que voce tem do jogo é mais ou menos a mesma do Power Stone, mas a diferença é que aqui os cenarios são pequenos e o jogo é de tiro, praticamente um Shoot 'em up a pé. O nivel de dificuldade beira aos de Metal Slug, com telas que aparentam ser faceis e cheias de itens que saem dos inimigos mortos, mas na verdade os inimigos atacam aos poucos e voce não tem muitas vidas o que dificulta e muito o jogo, esse é daqueles games que sempre me acompanha, bem bacana mesmo, mais uma vez, ponto pra CAPCOM!
Na proxima semana eu continuo com mais games que deveriam sair para novos consoles, até la!